ABÓBORA JAPONESA REFOGADA COM ALHO E AZEITE


Abóbora japonesa, cabotian, cabotia, hokkaido, seja como for, é uma delícia e muito fácil de se preparar. Basta um pedaço, de preferencia orgânico cortado do modo como preferir, uma frigideira levemente untada com azeite, alho e sal. A batata doce, aquela receita de familia anda rendendo e abrindo o leque para outras gostosuras insipradas.

Com a abóbora eu fiz um pouco diferente:
Primeiro refogue o alho com azeite, coloque as fatias de abóbora virando de vez em quando até dourar bem dois dois lados.
Umas gotas de água, e tampe.
O vapor cozinha rapidamente a abóbora e quando a água secar começa o processo de realce do dourado.
Destampe e prove.
Se estiver macia está pronto.
Pouquíssimo sal (usei do himalaia moído na hora) e mais nada.

Minha vontade era de comer só isso, de tão bom, mas como pessoa comportada que sou completei o prato com arroz, grão de bico, escarola e tomates frescos. Esse "comportada" é um aviso para eu recordar quão duro eu já dei para manter a qualidade de vida e maneirar nos escorregões tentadores. Ultimamente os docinhos Flormel e as balas de algas são os pé na jaca do meu caminho. Nem preciso comentar muito, uma imagem vale por tudo.


Foi só um comentário que fiz e minutos depois abriu outro leque, desta vez na minha mente:
genial! esse é o futuro; ou melhor, o presente para muita gente..

Estava me referindo a um artigo postado pela minha amiga Mila, com um dos dois assuntos que mais me interessam ultimamente: moradias coletivas e florais. Este, sobre moradia Veio do La Berlina, um site que tem o slogan: seus olhos em Berlin, uma das cidades mais fascinantes da atualidade. Tenho um amigo que morou em Berlin nos anos 90, e voltou de lá transtornado com o jeito de viver, as pessoas, a arte, cultura, tudo. Imagine agora, quase vinte anos depois. Lá, o que sonho para o futuro daqui já é realidade e os arquitetos partcipam ativamente de todo processo; isso é realmente muito bacana. abre aspas:
Segundo estudo do departamento de desenvolvimento urbano do Senado alemão, a maioria dos grupos é de pequeno porte, com uma média de onze associados, e tem como principais iniciadores associações de moradores e escritórios de arquitetura. O estabelecimento dos grupos inclui a criação formal de uma sociedade de direito civil, com intuito de proteger interesses individuais e de compartilhar riscos coletivamente. A partir daí, os grupos ganham nome e passam a ter status de empresa. Além disso, os modelos de financiamento também variam, podendo-se dar por meio de empréstimos múltiplos, para cada associado, ou unificado, para a empresa recém-aberta. Ao projetar edifícios habitacionais, arquitetos geralmente trabalham com clientes anônimos, para quem espaços são definidos com base em estilos de vida hipotéticos. No caso das cooperativas berlinenses, entretanto, inverte-se o processo criativo, pois o pequeno número de associados permite que estes se posicionem como clientes, assumindo um papel ativo no desenvolvimento do projeto. O resultado são edificações diversificadas, em que cada unidade de moradia é dimensionada e desenhada sob medida. fecha aspas. Tem mais para ler aqui, vale muito a pena.


O segundo assunto que me interessa são os florais, no caso os florais australianos, o Bush Flower Essences, desde que conheci os cosméticos me apaixonei pela filosofia do seu mentor, Ian White. No momento estou lendo o livro A cura através das essencias florais do Bush Australiano e deixo a belissima imagem da flor da capa deste livro, e o endereço da página online da Australia e do seu representante aqui no Brasil. Pensando melhor, neste momento posso estar mais focada em dois assuntos, mas a verdade é que tudo que é bom me interessa.
Namastê!


Comentários