QUINOA, CENOURA E CASTANHAS


A receita é nova, feita de última hora e é uma refeição completa, tanto que deu samba - foi a vencedora do meu carnaval. Coroando um período de descanso para meu espírito nesses dias a folia passou longe daqui. Agora back to school, meu ser inquieto e curioso quer aprender um novo programa da Adobe, acabo de me inscrever num curso e me sinto ansiosa para começar. São novos ares que pairam, voando como os pássaros. Enquanto isso comer em casa é a melhor pedida, depois de um longo período comendo fora praticamente todos os dias, levando apenas marmita complementar, voltar ao fogão é muito recompensador. Um pouco antes do carnaval amigos passaram por aqui e me deixaram guloseimas de chocolate, dos deuses, comi sem culpa. Obrigado Renato e sua mãe Angélica sempre muito gentil, estava muito bom!

Esta receita tem todos os ingredientes orgânicos, daquela feira bacana aqui perto que é uma glória. Na verdade é um mercado orgânico; as frutas e as verduras chegam semanalmente e terminam no mesmo dia de tão boas que são, a gente tem que correr para pegar alguma coisa. Me dei bem essa semana, além da cenoura, a acelga e a batata doce estarem lindas consegui um repolho roxo pequeno e vou fazer a receita do post anterior!
Já a panela da foto está bem velhinha; uma frigideira da primeira geração de material cerâmico, em uso há mais de 04 anos quase que diariamente, ainda firme e bem conservada no fundo, embora as bordas e o cabo andem pedindo reparos. A marca Green Pan realmente me surpreendeu pela qualidade. Depois dela vieram outras, mas duraram muito pouco, exceto meu amado wok da Neoflan que tem a mesma idade da frigideira e continua mandando bem. Comprei tudo na Doural, aquela loja de mais de 100 anos de SP que vende online e tem duas lojas físicas de babar. Uma na 25 de março e a outra na Gabriel Monteiro da Silva.

Receita:
Quinoa orgânica cozida separadamente com água, uma folha de louro e uma pitada de feno grego,
Cenoura cortada como se aponta um lápis, refogada no ghee e temperada com gengibre e cúrcuma,
cozida praticamente no próprio vapor, pingando umas gotinhas de água de vez em quando.
Quando estiver quase macia, coloca uva passa branca e deixe dourar junto com a cenoura.
Ao final acerte o sal ( himalaia ) e no prato coloque castanhas de cajú.
Regue com azeite e ótimo apetite.
Fica bonito, colorido e muito saboroso.


Já viram o Eames House Bird branco?
Eu nunca tinha visto, só no meu imaginário, que sempre quis ter esse objeto tão icônico, mas que fosse branco. O original fabricado pela Vitra é preto. Agora parece que o branco genérico anda voando por estes lados, será que ele pousa aqui?
Namastê!

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